Superguia: como sair do vermelho e conquistar o sucesso financeiro

Superguia: como sair do vermelho e conquistar o sucesso financeiro

1. Introdução

Estar em dívida pode ser uma experiência muito estressante. Não importa a situação. Seja por causa de um empréstimo, seja por causa de um financiamento, sou obrigado a pagar por eles, mesmo tendo a desagradável experiência de perder um emprego, sofrer um acidente, ou ter um aumento repentino nas despesas por causa de um filho.

Às vezes, a dívida pode ser apenas uma consequência não intencional do excesso de gastos feitos em um feriado ou viagem de férias, o que torna algo fácil e rápido de ser resolvido. O problema é quando os gastos ultrapassam com frequência a minha capacidade de ganhar dinheiro. Mesmo sabendo como sair do vermelho, algum imprevisto pode aparecer e me forçar a gastar um valor que não podia e acabo desistindo.

Mas isso não tem que ser assim. Eu conheço vários exemplos de pessoas que saíram do vermelho, conseguiram equilibrar suas contas, começaram a juntar dinheiro e, hoje, começam a realizar os seus sonhos. Tudo isso em períodos curtos de tempo. Então, eu também posso. Só preciso saber o que fazer e me esforçar um pouco mais para seguir o plano.

Para sair do vermelho, primeiro eu preciso me planejar e, em seguida, colocar o plano em prática. Concordo que isso pode ser mais fácil dizer do que fazer. É comum ficar sobrecarregado ou me perder diante de tantas informações e decisões importantes que preciso tomar ao longo do caminho, assim como também é fácil perder a motivação quando não percebo qualquer progresso no plano em ação. Por isso, devo usar esse superguia para tornar o processo mais fácil e organizado por etapas.

Para começar, devo manter esse superguia de como sair do vermelho sempre acessível para consultá-lo sempre que surgir alguma dúvida. Mesmo que nenhuma dúvida surja, eu preciso acompanhar diariamente as dicas para verificar se estou seguindo corretamente os passos descritos. Agora, só depende de mim. Quanto maior o empenho dedicado, mais rápido me tornarei livre das dívidas.

2. Entendendo a minha situação

Antes de dar início ao meu controle financeiro pessoal, preciso ter conhecimento da minha situação econômica atual para desenvolver um planejamento eficiente. Preciso enxergar um quadro completo da situação para tomar qualquer decisão. A elaboração de um balanço pode parecer assustador, principalmente se eu nunca fiz um antes, no entanto, este passo essencial não só vai me dar uma visão geral das receitas e despesas quanto me ajudará a determinar claramente o que pode ser feito para corrigir a situação e colocar a minha saúde financeira de volta no rumo certo.

Então, vou começar listando o que tenho (ativos) e o que devo (passivos) para fazer o meu balanço pessoal:

  • Valor dos meus bens disponíveis (ativo);
  • Dinheiro em caixa ou em contas bancárias (ativo);
  • Valores a receber (ativo);
  • Contratos de empréstimos mais recentes (passivo);
  • Faturas de cartões de crédito em aberto (passivo);
  • Contas médicas e faturas de plano de saúde em aberto (passivo);
  • Outras contas a pagar (passivo).

Agora, preciso organizar as minhas dívidas listando cada dívida em particular:

  • Nome do credor;
  • Valor da parcela;
  • Datas de pagamento;
  • Valor total da dívida;
  • Meses restantes.

Para calcular o valor líquido, vou somar meus ativos e subtrair pelo valor total do meu passivo. Se o meu patrimônio líquido for positivo, posso começar a poupar para quitar as dívidas pendentes. Caso o meu patrimônio líquido seja negativo, significa que estou no vermelho e é hora de lidar com as dívidas de forma mais rigorosa para colocar as minhas finanças de volta nos trilhos.

Quando eu calcular o valor total da minha dívida e comparar com o que tenho para receber estarei avaliando a minha situação econômica atual e poderei dar início a um planejamento de redução do meu grau de endividamento.

3. Como organizar minhas finanças

Um passo importante para manter minhas finanças pessoais em boa forma é conhecer a origem das receitas e despesas para organizá-las. Para a minha felicidade, essa organização não é uma tarefa tão difícil quanto pensava. Depois que eu tiver o meu orçamento montado e todas as minhas contas em ordem, ficará bem mais fácil gerenciar as finanças pessoais e não vou mais precisar fazer malabarismos para saldar as dívidas ou me questionar se terei dinheiro suficiente até o próximo dia de pagamento. Agora que estou pronto, vou começar seguindo as quatro etapas mais importantes do processo de organização das finanças:

3.1. Montar um sistema de arquivamento para as contas

Preciso guardar meus recibos e notas fiscais em pastas ou arquivá-las eletronicamente em meu computador para formar o meu orçamento da forma mais precisa possível. Isso inclui minhas faturas de cartões de crédito, contas de telefone fixo e móvel, contas de plano de saúde, seguros, empréstimos, impostos e outros pagamentos que devo fazer todo mês ou pelo menos uma vez ao ano.

Agora, tenho que organizá-los de maneira que seja fácil para eu encontrá-las quando precisar. Envelopes, pastas, planilhas de Excel, software de computador e aplicativos de telefone são os meios mais utilizados e todos eles são métodos que funcionam muito bem para registrar e armazenar as contas. Uma vez que eu organizar as contas, poderei mantê-las juntas em um local seguro, como um armário, uma gaveta ou uma pasta eletrônica no meu computador. Daí, quando chegar a hora de pagar, elas estarão todas organizadas em um local de fácil acesso.

3.2. Criar um orçamento e acompanhá-lo

Agora que tenho todas as minhas obrigações de pagamento organizadas, preciso anotar em um caderno, bloco de notas ou planilha todas as minhas despesas e lançar os valores, mês a mês, de cada pagamento que irá vencer. Devo fazer o mesmo com as minhas fontes de renda, anotando datas previstas para o recebimento de salários, comissões, aluguéis e tudo o que gera receita. Meu compromisso em registrar e acompanhar os movimentos financeiros deve ser diário para descobrir se estou gastando mais do que ganhando e proporcionar um equilíbrio entre as receitas e despesas.

Rever o orçamento com frequência é uma tarefa passiva de esquecimentos no inicio, principalmente devido a falta de hábito, mas será importantíssimo para manter o meu planejamento financeiro. As circunstâncias podem mudar a qualquer momento e, quando isso acontecer, devo reavaliar o meu orçamento e fazer os ajustes necessários. Ter um orçamento vai me ajudar a obter um melhor controle sobre o meu dinheiro e conhecer exatamente a origem e destino de cada centavo.

3.3. Configurar lembretes de pagamentos

Depois de saber quais contas tenho que pagar, preciso desenvolver um esquema para não esquecer as datas quando chegar. Uma maneira bastante eficiente de agilizar e simplificar o processo de pagamento das contas é a criação de lembretes para as datas certas.

Com uma lista de todas as contas que terei de pagar, registro a data certa para o pagamento de cada uma delas em uma agenda, um calendário de parede, alertas de calendário eletrônico do smartphone, um aplicativo de lembretes específico, notificações do Calendário Google ou qualquer outro meio que considero útil e eficiente. Agora, é só configurar um tipo de alerta para me lembrar de cada pagamento no futuro. Seja qual for o método utilizado, ele vai ter a mesma função: me ajudar a lembrar o que tenho que pagar e quando.

Automatizar meus pagamentos é outra maneira que posso utilizar para simplificar o processo. Muitos bancos ajudam os clientes nesses momentos programando transferências automáticas e pagamentos de contas através de um aplicativo ou acesso do banco online, o que garante que nunca mais deixarei vencer uma fatura ou outro tipo de pagamento.

3.4. Equilibrar meus pagamentos com o dia em que recebo

Uma boa solução para equilibrar as minhas finanças é agendar os pagamentos para coincidir com as datas em que recebo meu salário e outras receitas. Mas, como muitas faturas possuem uma data definida pelas empresas prestadoras de serviços, posso fazer um contato e tentar negociar a mudança das datas de vencimento, oferecendo em troca pagamentos em dia. Essa solução deve beneficiar tanto a mim quanto as empresas.

4. Controlando meus gastos

Agora que cheguei até aqui, descobri qual é a minha real situação financeira e como posso organizar tudo. Mas, como sair do vermelho e ainda conseguir obter um sucesso financeiro? Preciso ir além e saber o que posso fazer para controlar os meus gastos. Seguirei as três etapas fundamentais a seguir:

4.1. Entradas de dinheiro

Tenho que conhecer bem as minhas fontes de renda e trabalhar para aumentá-las ou buscar fontes alternativas, desde que não sejam por meio de empréstimos ou outras fontes que aumentem ainda mais o meu grau de endividamento. Esse pode ser um passo importante para ajudar a cobrir as despesas. Agora, vou registrar fielmente todas as receitas que entrarem em meu orçamento.

4.2. Saídas de dinheiro

Preciso conhecer também as despesas de maneira profunda para reconhecer quais podem ser extintas ou reduzidas com o tempo ou imediatamente. Para isso, vou registrar todas as saídas de dinheiro do orçamento, especificando o destino de cada uma delas para não perder mais o controle do orçamento e ainda reduzir as despesas.

4.3. Despesas fixas e variáveis

As despesas fixas representam aquelas que preciso pagar, quase que obrigatoriamente, todo mês ou pelo menos uma vez por ano. São elas: contas de luz, telefone, internet, IPTU, supermercado, etc. Esse tipo de despesa não pode ser extinta, mas posso buscar meios para reduzi-las.

As despesas variáveis são recorrentes de imprevistos ou situações programadas que não se repetem com frequência como: viagem de férias, jantar fora, passeio de domingo, compra de produtos, etc. Essas despesas, ao contrário das fixas, podem ser extintas, reduzidas ou adiadas para ajudar a equilibrar o meu orçamento. É importante lembrar que preciso registrar as despesas fixas e variáveis no meu orçamento para ter total domínio sobre elas. Saiba como identificar e classificar as despesas fixas e variáveis!

4.4. Identificando e cortando gastos supérfluos

Com todo esse controle assumido, ficará bem mais fácil analisar o meu orçamento de forma panorâmica. É uma oportunidade incrível para rastrear gastos desnecessários que, muitas vezes, podemos considerar como gastos supérfluos e planejar uma redução deles de forma progressiva. Independentes se forem despesas fixas ou variáveis, existem métodos e estratégias que posso utilizar para cortar excessos em todas elas. Não fico triste por isso, mas feliz por estar resolvendo um problema agora e abrindo portas para o meu sucesso financeiro no médio e longo prazo. Descubra como identificar os gastos supérfluos!

5. Negociar dívidas

Muita gente esquece que pode negociar dívidas e acabam pagando pelo valor contratado inicialmente mais os juros por atrasos e multas. Na verdade, as empresas esperam que façamos isso. Basta juntar as dívidas e dar início a um contato dizendo que estou com dificuldades em pagar as contas. Inevitavelmente, a empresa cederá para não correr o risco de não receber. Vejamos o que posso fazer:

  • Mudança de datas de pagamento: como disse anteriormente, posso solicitar uma mudança do ciclo de fechamento das minhas faturas e antecipar ou prorrogar o vencimento delas para ajustar os pagamentos com o período em que recebo minhas receitas;
  • Solicitando prazos maiores: caso a dívida seja um empréstimo ou um pagamento de cota única, negociar um prazo mais estendido pode facilitar as coisas e dar uma folga a mais para organizar o meu orçamento. O importante é informar o momento de dificuldade financeira que passo e dizer que se não cederem correrão o risco de não receber agora;
  • Negociando abatimentos: outra dica legal é pedir um desconto nos pagamentos. Para isso, o ideal seria juntar um valor suficiente para pagar duas ou mais parcelas em troca do desconto;
  • Migração para planos mais baratos: se eu tiver contratado um serviço essencial para me ajudar no trabalho ou na minha vida pessoal, não preciso desfazer dele. Mas, posso pensar a possibilidade de utilizar planos com tarifas mais reduzidas dispensando funcionalidades e recursos que, muitas vezes, nem uso.

6. Erros que precisam ser evitados

Mesmo tendo o controle total sobre os meus gastos, existem erros que posso estar cometendo sem saber e prejudicando o desenvolvimento do meu planejamento financeiro. Por isso, vou listar alguns mais comuns e praticados pela maioria das pessoas para lembrar deles e evitá-los sempre que possível:

6.1. Excesso de cartão de crédito e uso de cheque especial

Ter cartões de crédito e cheque especial a minha disposição é muito bom. Desde que eu não precise usá-los. Eles devem representar apenas uma segurança para os casos emergenciais e imprevistos que surgirem enquanto eu estiver organizando a minha vida financeira. Mas, mesmo assim devem ser evitados ao máximo.

No caso do cartão de crédito, existe uma forma de utilizá-lo com sabedoria e a meu favor. Eu posso ter apenas um e concentrar as minhas despesas fixas nele para acumular pontos de vantagem com o tempo. Esses pontos podem ser convertidos em benefícios gratuitos no futuro como uma viagem, algum produto que desejo comprar ou algum outro serviço que pretendo utilizar, sem aumentar as minhas despesas variáveis.

Mas, para utilizar essa estratégia tenho que verificar, junto à administradora de cartões, se a minha modalidade inclui essa vantagem. Também é bom ficar claro que preciso manter as contas muito bem organizadas para não perder o controle. Caso contrário, poderei me complicar ainda mais.

6.2. Não fazer planejamento

A falta de planejamento é um dos principais motivos que levam diversas pessoas ao redor do mundo ao descontrole total da situação financeira e preciso ficar atento quanto a isso. Qualquer compra ou outro tipo de despesa que pretendo assumir precisa ser programada com antecedência. Para isso, devo consultar o meu orçamento e prever quando e como poderei pagá-la considerando as receitas que irão entrar. Caso contrário, volto a estágio inicial e perco todo o controle que estabeleci no início.

6.3. Evitar os erros que me levaram a essa situação

É muito comum, principalmente no início, as pessoas relaxarem ou abandonarem o planejamento por completo, retornando ao estado em que se encontravam. Isso acontece devido à falta de hábito e, muitas vezes, também pela falta de força de vontade em mudar a situação financeira. Mas, eu não posso deixar isso acontecer comigo e, ao contrário de muita gente, vou ficar atento para não cometer os mesmos erros. Afinal, conquistar o equilíbrio financeiro é uma tarefa que exige muito mais esforço do que mantê-la.

7. Como criar uma reserva de emergência

Todos devem ter uma parte de suas receitas guardadas mensalmente para atender os casos de uma perda de emprego, despesas médicas ou outras emergências. É um dos primeiros e mais importantes passos que devem ser tomados após o alcance do equilíbrio das contas e servirá para proteger a estabilidade financeira conquistada.

7.1. Reservar parte das receitas

Depois de estabelecer um equilíbrio nas contas, posso começar a pensar em guardar um dinheiro para as eventualidades. Sendo assim posso determinar um percentual das minhas receitas para formar um fundo de reserva. O ideal é não esperar sobrar dinheiro no fim do mês para isso, mas reservar uma parte que não seja tão alta a ponto de comprometer o orçamento e nem tão baixa a ponto de ser insignificante. 10% sobre as receitas totais já é um começo, mas tenho que aumentar esse percentual a medida que melhoro o meu controle financeiro.

7.2. Valor ideal que devo juntar

Para saber quanto dinheiro preciso acumular para ter uma reserva financeira suficiente, antes preciso saber quantos meses de cobertura desejo que ele seja capaz de me sustentar sem receber qualquer tipo de receita. Outro fator importante a ser considerado no cálculo é o meu padrão de vida atual. Qual é o valor das minhas despesas totais no mês?

Especialistas na área dizem que o ideal é ter no mínimo seis meses de cobertura total das minhas despesas, mas três meses é um bom tempo para quem está dando início a um planejamento financeiro.

Por exemplo: minhas despesas mensais giram em torno de R$ 1.500,00 e eu desejo ter uma reserva que me sustente por três meses sem receber qualquer tipo de receita no período. O cálculo seria: 1.500 x 3 = R$ 4.500,00. Ou seja, se algo acontecer comigo hoje que me afaste do trabalho por três meses, preciso de R$ 4.500,00 para passar o período tranquilo.

Isso é só um exemplo, mas a reserva pode ser planejada conforme as minhas circunstâncias pessoais e o que é preciso para me proporcionar paz de espírito. A ideia é que essa reserva, em espécie, seja depositada mensalmente em uma poupança para termos acessibilidade fácil e rápida quando precisarmos dela e renda algum juros enquanto não precisamos movimentá-la.

8. Conclusão

Não é nenhum segredo que milhões de brasileiros enfrentam graves problemas financeiros. Uma parte dessa responsabilidade é do sistema de ensino que não inclui a gestão financeira em sua grade de aprendizados. Outra parte pertence as instituições financeiras que se aproveitam dessa carência e utilizam os sonhos das pessoas para incentivarem o consumo por impulso oferecendo créditos altíssimo sem educá-las adequadamente quanto aos esforços e planejamento que precisarão fazer para realizar os pagamentos.

Por fim, outra parcela dessa responsabilidade pertence a nós mesmos que cedemos facilmente aos impulsos por estímulos emocionais em ter o que queremos agora, mesmo que paguemos um preço alto por isso. Temos uma forma de pensar que se baseia no “depois eu me viro para pagar” e é grande responsável pelo desequilíbrio financeiro. Os sentimentos e emoções são muito utilizados no marketing para despertar o desejo de consumo nas pessoas e, para eu conseguir vencer isso, preciso tirar a emoção de campo e pensar de forma racional e com base no meu orçamento.

Além disso, pouca gente se dispõe a estudar e aprender mais sobre o planejamento financeiro tendo como desculpa que não é bom em matemática ou que é complicado demais. Na verdade não é. A barreira mental que criamos para aprender certas coisas é o que torna o aprendizado difícil. Afinal, é muito mais fácil fingir que não está acumulando a dívida ou não saber o quanto elas representam em termos financeiros do que encarar a realidade.

Para mudar isso, eu estou fazendo a minha parte dando o melhor de mim para virar o jogo. Sei que viver de aparências é algo que poderá afetar a minha saúde financeira e me afundar cada vez mais em dívidas. A minha mudança começa hoje colocando essas dicas do superguia em prática.

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By | 2017-03-14T16:51:03+00:00 20 de abril de 2016|Educação Financeira, Sucesso Financeiro|