Quais os impactos dos pecados capitais na sua carreira?

Quais os impactos dos pecados capitais na sua carreira?

Vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Não é preciso ser muito religioso para conhecer os sete pecados capitais. Considerados como sendo os maiores vícios dos seres humanos, esses pecados foram estipulados pela igreja católica ainda no século VI, mas se tornaram parte da cultura pop graças a obras consagradas como o clássico da literatura “A divina comédia”, o mega sucesso dos cinemas “Seven”, e até “Inferno”, último livro de Dan Brown.

Mas por que esse tema chama tanto a nossa atenção? Provavelmente porque tanto eu como você sabemos da nossa dificuldade em lidar com alguns desses “pecados”, que normalmente nos afetam tanto na vida pessoal quanto na carreira. Carreira essa, inclusive, que pode ser bem prejudicada por esses vícios.

Mas como é exatamente essa relação entre os pecados capitais e a nossa carreira? Como isso pode prejudicar até os mais experiente profissionais e como podemos fugir dessas ciladas? É o que irei abordar nesse post, analisando cada um dos pecados. Confira!

Vaidade

Antes de existir Dan Brown e até o cinema, Tomás de Aquino definiu a vaidade como sendo o pecado capital mais grave de todos os sete, e, de fato, dentro das empresas este é o que pode ser mais devastador.

Bastante ligada à autoestima, a vaidade, quando bem dosada, pode ser saudável e até necessária para o sucesso. No entanto, quando acima dos limites aceitáveis, ela pode ser catastrófica, fazendo com que líderes sejam mal vistos e funcionários isolados. Por isso é sempre importante ter em mente que não importa a experiência e os feitos que uma pessoa pode ter tido, o que importa é como ela usa isso para o bem dos negócios e para incentivar e aproximar a equipe.

Inveja

Assim como a vaidade, quando bem dosada, pode ser importante para o sucesso, a inveja quando traduzida como competitividade sadia também pode. No entanto, não é raro encontrar casos de funcionários que, motivados por esse pecado, acabam se excedendo e boicotando ideias de outros profissionais ou até criando um certo desconforto entre os colegas por causa da inveja.

Para evitar esse tipo de problema, tenha sempre em foco aquilo que é mais importante para a empresa e não para você. Ambientes construídos com ações em conjunto e a favor de um bem maior costumam ser mais interessantes e saudáveis para todos – e tanto o Google quanto o Facebok estão aí para mostrar que isso é verdade.

Ira

Trabalhar com prazos apertados e pressões do mercado podem levar algumas pessoas a explodirem em algum momento – e isso pode ser até normal em muitos casos. No entanto, tão importante quanto saber controlar a ira, a raiva, é saber como se redimir e pedir desculpas caso passe de algum limite com um colega de trabalho ou de profissão.

Uma dica que eu posso dar é: pense que aquilo que separa um bom profissional de um amador e como ele canaliza aquilo que lhe faz mal em prol do próprio negócio.

Preguiça

“Eu amo deadlines. Eu adoro ouvir o barulho de quando eles passam raspando”.

Procrastinador de primeira, o autor Douglas Adams – autor dessa frase e da saga “O guia do mochileiro das galáxias” – sempre foi conhecido por morrer de preguiça do seu trabalho e deixar sempre o seu trabalho para ser feito na última hora. Algo que não raramente fazia com que o lançamento de seus livros atrasasse e seus empresários surtassem.

Agora, dentro do mundo corporativo não é dificil encontrar procrastinadores como Adams que deixam o trabalho para ser produzido em cima da hora e acabam fazendo com que projetos inteiros se atrasem (e por causa disso, às vezes até salários). Por isso, apesar do tal “ócio criativo” ter o seu lugar, não se esqueça que assim como o seu trabalho depende de outras pessoas, outras pessoas também dependem do seu trabalho. Portanto, não deixe ninguém esperando pela sua parte.

Avareza

Não tem problema algum em querer ter uma casa melhor, um carro melhor ou realizar viagens legais ao redor do mundo, porém, quando esses desejos começam a alimentar a ganância da pessoa, é melhor ficar esperto.

Dentro de empresas sempre nos deparamos com diretores que vendem projetos impossíveis em busca de um lucro maior e até funcionários que tentam “passar a perna” em outros em troca de uma promoção, ações que, historicamente, nunca renderam bons frutos por muito tempo para ninguém – ainda mais em mercados onde um sempre conhece o passado do outro.

Gula

Nada em excesso é bom. Nem comida,bebida, nem festas ou paixões. Por isso, bons profissionais são aqueles que levam uma vida mais moderada e conseguem repetir essa qualidade no meio profissional.

Tendo essa ideia em mente, não tente abraçar todos os projetos e nem prometer mais do que aquilo que consegue cumprir. E por fim, levado ao pé da letra a palavra, lembre-se que corpo saudável tem uma mente saudável, por isso também fique atento e tenha uma alimentação equilibrada. Profissionais com a saúde em dia tendem a ter uma vida melhor dentro e fora das companhias.

Luxúria

Completamente ligado ao desejo, o pecado da luxuria pode ser visto no mundo dos negócios naqueles casos de funcionários que colocam o seu prazer em primeiro lugar, deixando de lado o coletivo e o bem de uma equipe.

Assim como já aconteceu comigo, você pode ter visto por aí casos de profissionais que realizam apenas aquela parte do trabalho que mais gostam ou até os que produzem seus projetos pessoais ao longo do expediente, deixando vários demandas importantes em prol de si mesmos.

Capazes de mover um funcionário em direção ao sucesso quando bem dosados, os pecados capitais podem ser também um grande inferno para qualquer equipe de trabalho. Por isso, é sempre bom ter em mente que o principal para a sua carreira é o coletivo e não apenas o seu bem estar e que até hoje, as únicas coisas boas que surgiram por causa desses vícios foram livros e filmes.

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By |2017-01-02T12:00:10+00:0011 de janeiro de 2016|Carreira|