Como montar um orçamento pessoal eficiente.

Por que montar um orçamento pessoal? 

Montar um orçamento pessoal é uma excelente maneira para otimizar o seus recursos e conquistar seus objetivos de curto, médio e longo prazo.

Para que o seu orçamento seja montado com eficiência, você precisará entender quatro pontos muito importantes. Esses pontos são a base do seu orçamento.

 

Objetivos

O que é um objetivo para você? Quais são seus objetivos?

Talvez seja viajar nas férias, comprar uma casa, trocar de carro, mudar de emprego, aposentadoria, ou talvez, ir almoçar em um restaurante diferente no fim de semana.

Além de ter um objetivo, é preciso saber quando você planeja realizá-lo. Perceba que seus objetivos podem variar no tempo, você pode planejar algo para a próxima semana ou planejar algo para dez anos. Por isso, é importante que você categorize seus objetivos em curto, médio e longo prazo.

Use seus objetivos como motivação para poupar mais.

Fluxo de caixa

Outro ponto que você precisa entender e implementar é o fluxo de caixa.

Fluxo de caixa é uma maneira de prever o seu comportamento financeiro ao longo do mês e para os próximos meses. Servirá como termômetro financeiro e te ajudará a identificar seu poder de poupança, seus maiores gastos, quais gastos são menos importantes, etc.

Ter um fluxo de caixa positivo é essencial se você estiver buscando sua independência financeira.

Ao montar o seu fluxo de caixa, separe em partes como entrada de capital (receita), seus custos obrigatórios fixos e variáveis, seus custos não obrigatórios fixos e variáveis.

 

Entradas:

Essa parte irá conter todas as fontes de renda que você possuir, salário, bônus, salário de emprego informal, etc. É o resultado da sua capacidade de gerar renda.

Saídas:

As saídas representam os seus gastos, representam seus estilo de vida e costumam ser um ponto crítico para a maioria das pessoas.

Separe seus gastos em custos obrigatórios e não obrigatórios, faça ainda, uma subdivisão em custos fixos e custos variáveis.

Custos fixos são aqueles que você paga todo mês e já sabe o valor.

 

Custos variáveis são aqueles em que o valor pode mudar a cada mês ou aqueles que você não possui sempre.

– Custos obrigatórios fixos:

São aqueles custos mensais conhecidos e que não podem deixar de serem pagos, como exemplo, a prestação ou aluguel da sua casa, a conta do condomínio. Essas despesas não possuem flexibilidade.

– Custos obrigatórios variáveis:

Apesar de serem custos que não podem ser eliminados, podem ser reduzidos. Aqui entram as contas de supermercado, água, luz, etc.

Os custos não obrigatórios são, provavelmente, os prazeres ou luxos. Por isso, são mais flexíveis, podem ser cortados ou diminuídos de acordo com a sua necessidade de poupança.

– Custos não obrigatórios fixos:

São custos fixos, mas que não são fundamentais para você viver. Por exemplo, academia, assinatura de revistas e jornais, TV por assinatura.

Existem alternativas para esses gastos. Trocar uma assinatura de revista por leitura na internet, trocar a academia por uma mais barata ou fazer esporte ao livre são algumas alternativas.

– Custos não obrigatórios variáveis:

Essa categoria requer muita atenção.

Podem ser gastos altos em um determinado momento ou gastos pequenos e recorrentes que acabam se tornando gastos grandes.

Podem ser representados por gastos como ir a restaurantes com muita frequência, bares, eventos, etc.

 

Investimentos:

Investir é essencial para a construção de seu patrimônio, afinal, trabalhar para paga as contas não é uma estratégia eficaz, torna você muito vulnerável. Acrescente os seus investimentos como uma despesa mensal, dessa maneira ficará mais fácil poupar e investir com frequência.

Controlar o fluxo de caixa é extremamente importante para a construção do seu patrimônio, o descontrole fará com que seu patrimônio perca valor ou até que necessite recorrer a empréstimos para quitar as dívidas.

Não existem números certos a serem destinados a cada etapa. Você precisa identificar que número te proporcionará o equilíbrio entre viver o hoje e investir para o futuro.

 

Planejamento 

Gastos rotineiros: 

Planeje os gastos que fazem parte da sua rotina, seja o chopp de sexta após o trabalho ou a pizza de quinta com a família. Definir o quanto da sua renda será destinada a esses gasto é uma forma controlar suas finanças.

– Emergências:

Tenha um valor guardado e que você possa ter acesso rápido caso necessário. Esse valor depende muito do seu custo de vida.

Para saber que valor deve ser destinado ao fundo de emergências, será preciso saber qual é o seu custo de vida mensal. Existe alguma garantia que possa suprir suas necessidades financeiras caso você fique impossibilitado de trabalhar?  

Normalmente, mantem-se de 4 a 12 meses do salário destinado ao fundo de emergências. Se você possuir alguma estabilidade salarial, funcionário público por exemplo, por diminuir esse tempo e o valor total.

Os tipos de emergência podem ser, perda do emprego, doença que te impossibilite de trabalhar, acidentes, etc. 

– Objetivos Futuros:

Aposentadoria não necessariamente significa parar de trabalhar, para algumas pessoas, significa abrir um negócio, viver de renda ou viajar mais vezes. 

Esses são objetivos que necessitam maior planejamento e maior recurso financeiro, por isso, quanto antes começar melhor.

Capacidade de poupar

Medir sua capacidade de poupar talvez seja o mais importante aprendizado para você conquistar sua liberdade financeira.  

Capacidade de poupar = Receitas – Despesas

Para medir sua capacidade de poupar, observe quanto costuma sobrar do seu salário no final do mês? Quanto mais sobrar maior será a sua capacidade de poupança.

Ou ainda, se você inclui investimentos mensalmente como despesas em seu orçamento, já possui uma capacidade de poupança.

Capacidade de poupar não é um número fixo, precisa ser ajustado conforme suas receitas e despesas mudam.

Faça o seu orçamento, crie esse hábito!

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By | 2018-01-03T11:25:42+00:00 3 de Janeiro de 2018|Educação Financeira, Sucesso Financeiro|