Onde investir meu dinheiro? Veja 5 dicas antes de começar a investir!

Onde investir meu dinheiro? Veja 5 dicas!

Percebo, no dia a dia, que muitas pessoas têm dúvidas sobre onde investir o dinheiro que ganham todos os meses. Noto, também, que os indivíduos escolhem categorias de investimentos tradicionais, como a poupança, por puro costume ou indicação de familiares. Mesmo entre as pessoas que possuem certo conhecimento acerca do mercado financeiro, há dúvidas sobre o percentual de aplicação em cada categoria de investimento. Se você também se questiona a respeito de onde investir, confira as cinco dicas que separei para o post de hoje. Boa leitura!

1. Comece com planejamento

Para ter sucesso nos seus investimentos, é muito importante que você se planeje antes de colocar algum dinheiro numa aplicação financeira. Por exemplo, vejo que alguns investidores iniciantes colocam parte da renda em determinadas aplicações, com baixo rendimento, enquanto possuem dívidas com juros muito altos. Portanto, de que adianta ter dinheiro aplicado para receber uma taxa de juros de 14% ao ano, se a pessoa tem dívidas no cartão de crédito que cobram juros de 16% ao mês, concorda? Por isso, um passo indispensável antes de pensar onde investir dinheiro, é colocar as contas em dia.

Para começar a investir, você deve primeiro organizar as suas finanças pessoais. Afinal, o dinheiro destinado a uma aplicação financeira não pode fazer falta no seu orçamento no final do mês. Por isso, procure reservar uma quantia da sua renda para fazer investimentos. Conheço casos de pessoas que separam 10-30% do que ganham para investir. A escolha desse percentual dependerá da sua realidade de vida. Também há quem prefira poupar uma quantia fixa por mês. Seja qual for a sua opção, o importante é adquirir o hábito de reservar determinado valor por mês para investir. Para não deixar de fazer isso, assim que receber o salário, separe a quantia para investimento e use o restante para quitar os seus compromissos.

2. Identifique os seus objetivos

Você talvez já tenha ouvido dizer que mais que “como caminhar” é preciso saber “aonde se quer chegar”, não é mesmo? No mercado financeiro, vejo investidores errarem nas escolhas de aplicações justamente por não saberem no que querem investir. Isso parece estranho para você? Saiba, porém, que existem tipos de investimentos para diferentes realidades. Por isso, para ter mais clareza sobre onde investir dinheiro, você deve antes definir os seus objetivos financeiros. Isso mesmo. Você poupa para se aposentar, comprar um carro, adquirir uma casa, fazer uma viagem, garantir um futuro melhor para os filhos ou para outra meta? A partir da definição desse objetivo e do tempo em que pretende alcançá-lo, você já tem boas pistas sobre onde investir.

3. Conheça o seu perfil de risco

Além dos objetivos financeiros, é necessário conhecer o próprio perfil de risco. Não sei se você já sabe, mas há categorias de investimentos em que se pode perder dinheiro e, inclusive, até mais do que foi aplicado inicialmente. Por isso, é preciso ter conhecimento da própria tolerância a risco. Geralmente, os bancos e as corretoras de valores oferecem testes, em que se pode identificar esse perfil. Por exemplo, é comum os perfis serem classificados em conservador, moderado e agressivo. Enquanto o investidor conservador dá preferência a aplicações de renda fixa, que funcionam como uma espécie de empréstimo pelo qual se ganha uma taxa de juros, o agressivo prioriza as aplicações de renda variável, que possuem maior potencial de ganho, embora tenham mais riscos. O investidor moderado fica no meio-termo.

4. Saiba onde investir quando tem muitas escolhas

Já imaginou ter que escolher um computador, um smartphone ou um automóvel hoje em dia, quando há tantas opções no mercado? Sem dúvida, uma tarefa assim requer tempo e estudo, concorda? Pois saiba que, no mercado financeiro, é quase a mesma coisa. Embora muita gente só conheça a poupança como investimento, existem várias outras modalidades, como títulos públicos do Tesouro Direto, Certificados de Depósito Bancário (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), ações, fundo de ações, fundos imobiliários etc. Dentro de cada categoria, ainda pode haver subdivisões.

Se você ainda não conhecia todas essas possibilidades de investimento, tenha calma, pois isso é normal ao se iniciar no mercado financeiro. Para ajudá-lo nessa jornada, vou apresentar um roteiro básico de como escolher onde investir. Um passo importante é conhecer as condições de rentabilidade do investimento. Como já mencionei, as modalidades de renda fixa oferecem uma taxa de juros como remuneração para o capital investido. Por exemplo, aplicar na poupança, que rende em torno de 6-8% ao ano, quando a inflação no mesmo período é de 10%, na verdade, significa perda real do poder de compra. Por isso, também é de extrema importância comparar a rentabilidade com a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ainda em relação ao valor mínimo para investir, é preciso saber que, em algumas categorias de aplicação, você necessitará de uma quantia maior. Por exemplo, alguns CDBs e algumas LCIs e LCAs requerem investimentos mínimos que vão de R$ 500 a R$ 10 mil. Já em títulos públicos do Tesouro Direto, é possível começar com apenas R$ 30. Você pode estar se perguntando: e para investir em ações? Na teoria, você precisa ter o valor correspondente ao preço da ação na Bolsa. Porém, para que o investimento no mercado acionário seja vantajoso, é necessário uma quantia mínima que compense os custos operacionais, já que uma taxa de corretagem de R$ 10 representa 10% de uma aplicação de R$ 100. Logo, para compensar esse custo, o preço da ação teria que subir 10% só para pagar a operação.

No roteiro de onde investir, você também precisa considerar a tributação da aplicação financeira, a liquidez e o prazo de carência. Por exemplo, poupança, LCIs e LCAs são isentas de imposto de renda. A liquidez diz respeito à facilidade com que se pode transformar o investimento em dinheiro em espécie, pronto para ser usado. Por exemplo, para vender ações é preciso encontrar compradores. Já o prazo de carência se refere ao tempo mínimo necessário em que se deve manter o dinheiro aplicado, antes de sacá-lo. Por exemplo, algumas LCIs têm prazo de carência de dois anos.

5. Considere a alocação de ativos

Para não se perder com tantas opções de investimento e não se estressar com tantos números, uma estratégia para investir que pode trazer ótimos retornos é a alocação de ativos. Aproveito para lembrá-lo de uma máxima muito falada no mercado financeiro: “Não coloque todos os ovos em uma única cesta.” Essa frase está diretamente ligada à alocação de ativos, que consiste na diversificação dos investimentos conforme o perfil de risco de cada pessoa.

Por exemplo, há investidores que pegam a quantia mensal reservada para investimentos e aplicam 70% em renda fixa e 30% em renda variável. Dentro de cada classe de investimentos, ainda separam percentuais para cada tipo de ativo. A vantagem dessa estratégia é que eventuais perdas em uma aplicação podem ser compensadas por ganhos em outras. Com isso, o investidor reduz o risco das aplicações, além de saber onde investir com mais segurança.

Você se interessou por essa estratégia e quer investir primeiramente na sua educação financeira? Então, conheça o guia Alocação de ativos, da HC Investimentos.

BAIXE NOSSO EBOOK GRÁTIS

PROSPERIDADE FINANCEIRA NA PRÁTICA

O guia "Prosperidade Financeira na Prática" vai ajudar você a se livrar das dívidas, ajustar o orçamento e conquistar prosperidade financeira.

BAIXE O EBOOK AGORA

By | 2017-02-20T18:19:09+00:00 6 de junho de 2016|Educação Financeira, Sucesso Financeiro|